quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Temporada Nova! - Indicações de séries para maratonar com um vinho do lado

Neste post te damos 7 dicas de séries para você criar o seu momento, acompanhado de um balde de pipoca e uma bela taça (ou taças!) de vinho.

 

Fonte da imagem: Adoro Cinema

Good Girls

Tudo acontece quando três donas de casa resolvem assaltar um supermercado para resolverem problemas financeiros e acabam em dívida com uma gangue local. O resultado é uma comédia com muito empoderamento feminino e leves suspenses divertidos, perfeita para arrancar boas risadas e relaxar após um dia cheio.

 

Fonte da imagem: Notícias ao Minuto

Disque amiga para matar

Após a morte de seu marido, Jen conhece Judy em um grupo de ajuda para pessoas de luto. Conforme sua amizade aumenta, alguns segredos chocantes começam a ser revelados, trazendo diversas reviravoltas na história. Este é um drama intrigante, que prende do começo ao fim e perfeito para maratonar no final de semana.


Fonte da imagem: Mix de Séries

Mad Men

Ambientada na cidade de Nova York nos anos 1960, Mad Men narra a era do auge da publicidade. A série conta a história de Don Draper, interpretado por John Hamm, um homem misterioso que esconde um grande segredo sobre seu passado, enquanto trata de questões sociais e políticas importantes da época, como a imposição feminina no mercado de trabalho.

 

Fonte da imagem: O Globo

The Crown

A série fala sobre o dia a dia da família real britânica a partir do reinado de George VI. O enredo gira em torno da Rainha Elizabeth II, que precisa lidar com as obrigações e responsabilidades da coroa, mesmo não sendo a primeira opção para assumir o trono. Baseada em fatos, The Crown dá uma verdadeira aula sobre a história da Inglaterra no século XX, com boas doses de dramas e intrigas da família real.


Fonte da imagem: Adoro Cinema

Big Little Lies

Baseada na série de livros homônima de Liane Moriarty e com um elenco de grandes estrelas – Reese Whiterspoon, Nicole Kidman, Meryl Streep e Shailene Woodley, Big Little Lies fala sobre a vida aparentemente perfeita de três amigas da alta classe californiana, mas a chegada de uma mãe-solo na cidade promete agitar as coisas. Uma série que levanta discussões sobre temas polêmicos e atuais, perfeita para maratonar com um grupo de amigas.



quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Como harmonizar o vinho rosé com comida?

 O vinho rosé está entrando definitivamente no estilo de vida dos brasileiros. Onde antes existia até um certo preconceito, hoje é tendência. Quem já cedeu aos encantos de um bom vinho rosé sabe como ele harmoniza bem com o nosso dia a dia e com nossa gastronomia.

Unindo características dos vinhos brancos – como sua frescura e leveza – com características dos tintos – um pouco de tanino, com muitos aromas – o vinho rosé é feito para se degustar resfriado e pode ser considerado um curinga na mesa, servindo para diversas situações e comidas. 

E é sobre essas combinações com a gastronomia que queremos falar hoje!

Como já vimos na matéria anterior dessa série, o vinho rosé pode ter muitas variações, principalmente de cor e de corpo, o que vai influenciar diretamente nas suas opções de harmonização.

Combinando vinho rosé e comida: aprenda a harmonizar

Rosés bem claros e leves

Para os rosés mais claros e pálidos, principalmente os da Provence (França), alguns da Itália, do Uruguai e dos Estados Unidos, as combinações indicadas são a clássicas, como os frutos do mar, saladas, antepastos, carnes brancas grelhadas.

Chateau de Berne AOP Emotion 2018

Rosés de cor de cereja

Já se o seu vinho rosé for daqueles com uma cor um pouco mais forte, lembrando a cor das cerejas ou morangos (isso a gente vê bastante nos vinhos rosés de Portugal, da Argentina e da Espanha), você poderá explorar preparos que levam molhos rosés, carne de porco embutida e peixes mais gordurosos, como as moquecas.

E se você gosta de arriscar, que tal provar com churrasco? Principalmente com carnes mais magras como fraldinha e maminha, ou com corações de galinha, frango e até o queijo coalho, o rosé vai super bem!

Vinho Rosé Escorihuela Familia Gascón Malbec

Rosés encorpados

O Brasil, a Argentina e o Chile são ótimos produtores de rosés, mas na maioria dos casos, eles saem com bastante cor. São em geral feitos com uvas como a Merlot, a Cabernet Sauvignon e a Malbec (embora encontremos alguns bons rosés de Pinot Noir na Argentina). Nesses casos, os rosés podem se aproximar de alguns tintos leves, pedindo comidas mais encorpadas, assim como um bom churrasco (e aí pode ser com carnes mais gordurosas sem problemas), strogonoff e até massas com molho vermelho.

Vinho Rosé Mazzei Belguardo Rose Toscana IGT

A clássica harmonização do vinho rosé

E há aqueles momentos que o rosé é sempre a pedida perfeita, como para acompanhar uma paella. O prato tipicamente espanhol resulta da mistura de frutos do mar, peixes, arroz e temperos mais fortes, como o açafrão, que dá cor e intensidade de sabores. Neste caso, se você tentasse harmonizar o prato com um tinto muito encorpado, o vinho iria se sobressair aos frutos do mar. Já um vinho branco, não teria a força que o prato pede. Ou seja, paella e rosés nasceram um para o outro.

Vinho Rosé San Marzano Tramari Primitivo Salento IGP 2018 750 mL

Para fechar com chave de ouro: a sobremesa

Por fim, para comprovar sua versatilidade, que tal beber um espumante rosé com sobremesa? Sim, se ela não for tão doce e tiver frutas em sua composição, como um bolo branco com morangos e cerejas, a harmonização final é excelente.

Espumante Victoria Geisse Moscato Rosé Demi Sec

Pronto, você já tem rosé do começo ao fim da sua refeição. Se gostou da ideia, aproveite e conheça nossos rótulos. 


CorRegiãoComidas
Rosa claroFrança, Itália, Uruguai, Estados Unidosfrutos do mar, saladas, antepastos, carnes brancas grelhadas
Rosa “cereja”Portugal, Espanhafiambres, peixes mais gordurosos, moquecas. churrasco – carnes magras como fraldinha e maminha, corações de galinha, frango e até o queijo coalho
Rosa escuroChile, Brasil, Argentinachurrasco com carnes gordurosas, strogonoff, massas com molho vermelho


*não é uma regra, são só referências.

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Vinho e brunch: aprenda a escolher os vinhos certos e harmonizar com os pratos clássicos!

Confira as dicas de Daniella Romano para harmonizar seu brunch perfeitamente com ótimas taças de vinho!

Por Daniella Romano

O que devemos ter em mente ao escolher um vinho para o brunch

Pessoalmente acho uma delícia quando sento à mesa e me divirto com as muitas e deliciosas opções oferecidas em um brunch. E partindo do principio que a ideia é passar um bom tempo à mesa, que tal começar com uma xícara
de café preto e puro para despertar e seguir degustando “algumas taças” para combinar com as gostosuras que o esperam. Tudo num clima cool e sem pressa 😉

Tradicionalmente, serve-se Champagne ou vinho espumante e, não por acaso, são mesmo vinhos que combinam com essa refeição pela grande variedade e estilo de comidas: pães, doces, frutas, bolos, ovos, torradas, omeletes,
presuntos, bacon, salsichas, salmão defumado, etc… Além disso, não podemos esquecer do frescor que esses vinhos proporcionam.

Harmonizações de vinhos com os pratos tradicionais do brunch

Mas que tal variar um pouco e tentar novas combinações?

Ovos Mexidos com Bacon com Chardonnay Barricado

A passagem por madeira deixa o vinho untuoso, cremoso e amanteigado, com leve toques de baunilha, defumado e algumas notas minerais que irão contrastar com o gosto salgadinho e combinar perfeitamente com a gordura e o sabor defumado do bacon e a cremosidade dos ovos.

Vinho Branco Cobos Felino Chardonnay

Salmão Defumado com Pinot Noir

A Pinot Noir é a uva tinta mais versátil para harmonizações. Os exemplares mais simples exibem aromas de frutas silvestres frescas e têm paladar mais leve com quase nada de tanino, enquanto os mais complexos podem chegar a ter paladar mais estruturado (até médio corpo). Mas sempre com boa acidez, o que combina perfeitamente com o salmão, que é um peixe mais gorduroso.

Vinho Tinto Marlborough Sun Pinot Noir

 

Bolos, Croissants, Pães em geral com Espumantes, Champagne ou Cava

Os vinhos espumantes em geral combinam super bem com comidas que passaram por algum tipo de fermentação, as leveduras se atraem!

Confira opções de espumantes para acompanhar o seu brunch.

Espumante Nocturno Brut 2016 750 mL

Panquecas de ricota com mel e raspas de limão com Riesling de Sobremesa

Isso é amor à primeira mordida (risos) a doçura do vinho combinada com a doçura da panqueca, mais os toques cítricos do limão e as do mel, que irão destacar a acidez e as notas cítricas do Riesling e seus aromas de frutas secas
e mel.

Vinho de Sobremesa Domaine Weinbach Furstentum Grand Cru

Como escolher o espumante ideal para preparar a Mimosa, o drink mais tradicional dos brunchs?

Como o Mimosa é um drink a base de suco de laranja é ideal mesmo para servir no brunch, gosto muito de prepara-lo com espumantes leves e delicados como os Proseccos, e para combinar um omelete simples com torradas e manteiga.


 

Daniella Romano percebeu que tinha olfato aguçado depois de se formar Sommelière pela Federação Italiana de Sommeliers, Hoteleiros e Restauradores no Piemonte. Decidiu seguir estudando os aromas do vinho e passou por instituições como Universidade de Davis e Université du Vin de Suze-la-Rousse. Pioneira no estudo e desenvolvimento das caixas de aromas do vinho no Brasil, é hoje referência no assunto e compartilha o seu conhecimento no The Wine Institute, entre as principais escolas de educação de vinho no mundo.

domingo, 13 de setembro de 2020

Os 4 maiores mitos do mundo do vinho, por Thiago Mendes

 

Será que você já contou algum dos maiores mitos do mundo do vinho como se fossem verdade?

Mito 1: A qualidade do vinho está relacionada com a espessura da garrafa: quanto mais grossa e grande for a garrafa, melhor é o vinho!

Isso não é 100% verdade. Há muitos vinhos de qualidade premium envasados em garrafas de espessura mediana, afinal de contas o que importa é a qualidade do vinho, e não a espessura da garrafa. Isso sem falar que há uma tendência mundial em diminuir a espessura das garrafas para, assim, diminuir o impacto de carbono no mundo e na economia no transporte marítimo.

Mito 2: vinhos de boa qualidade são envasados somente com rolha de cortiça!

Devido a baixa qualidade e contaminação de algumas rolhas de cortiças em décadas passadas (a indústria de cortiças evoluiu muito na última década) e do impacto no meio ambiente, produtores de vinhos delicados, aromáticos de regiões frias do Velho Mundo (como a Alemanha e a Áustria) e do Novo Mundo (Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos) iniciaram uma jornada por alternativas que não interferissem na qualidade de seus vinhos e que fosse sustentável. A Alemanha desenvolveu uma vedação de vidro com uma arruela de pressão siliconada, impedindo qualquer tipo de contaminação ou alteração dos aromas delicados de seus vinhos brancos. A Austrália, por sua vez, em meados da década de 1970, iniciou as triagens com tampa de rosca – atualmente essa é a vedação mais comum utilizada por diversos produtores no Novo e no Velho mundo para vinhos econômicos e de alta qualidade, dependendo do estilo do vinho. Na Nova Zelândia, quase 100% dos vinhos produzidos são vedados com tampa de rosca devido a questão da sustentabilidade.

Mito 3: Os vinhos Franceses são os melhores!

Uma afirmação como essa, sobre qualquer pais ou região, é muito pessoal e, sem dúvida, difícil de ser verdade. A Franca, como país produtor de vinhos, possui anos de tradição vitivinícola, mas a qualidade de um vinho está relacionada a fatores como o clima, o solo, a safra, o enólogo, entre outros fatores. O joio e o trigo sempre andam juntos (risos!). Sugiro sempre comparar vinhos dos mesmos estilo ou cepa e faixa de preços de regiões países diferentes para ter uma comparação mais justa de qualidade ou estilo.

Mito 4: Vinho branco para carnes brancas, vinho tinto para carnes vermelhas!

Quem nunca ouviu isso antes? Se a harmonização for por cor, talvez seja verdade (risos!), mas o que está em jogo em uma harmonização é o peso dos alimentos na boca, a textura, o sal, o Umami e os outros gostos. Já nos vinhos, a harmonização é conduzida pelo corpo, pela acidez ou frescor, estrutura (passagem por barricas conta muito aqui) e complexidade aromática. Todas as harmonizações tem um objetivo: equilíbrio dos elementos ou sabores, embora as harmonizações possam ser por complementação ou por contraposição.

Thiago Mendes viveu por 10 anos em Londres, onde iniciou a sua carreira no mundo do vinho. Em 2007, se tornou embaixador para o Brasil e para o México do Internation Wine Challenge (IWC), competição de vinhos reconhecida em âmbito internacional. Depois de receber o diploma em vinhos e destilados pela Wine and Spirits Education Trust (WSET) em 2012, voltou para o Brasil e fundou a escola de vinhos e destilados Enocultura.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Espaço Confrade: Conhecendo a Cave Geisse com Daniela Facciolla

Todas as terças, convidamos um Confrade Grand Cru para compartilhar conosco uma experiência inesquecível do mundo do vinho. Hoje, o espaço é da Daniela Facciolla, que está completando um ano como assinante da Confraria.

Grand Cru: Você estava viajando para a região da Serra Gaúcha quando visitou a Cave Geisse?

Daniela Facciolla: Sim, estávamos em dois casais: eu e o Fábio, meu marido, e Thelma e José Antônio, que também adoram vinhos… Aproveitamos o Carnaval de 2012, pois queríamos fugir do agito dessa época e aproveitar para conhecer a Serra Gaúcha.

GC: Como foi que vocês chegaram até a Cave Geisse? Já conhecia espumantes da Geisse antes ou chegou até lá por indicação?

DF: Já conhecíamos e adorávamos os espumantes da Cave Geisse, que estão, na minha opinião, entre os melhores produzidos no Brasil.
Daniela e Fábio na sala de degustação da Cave Geisse (foto de Thelma Gatuzzo)
GC: Você já sabia como eram feitos os espumantes que passavam por segunda fermentação em garrafa ou aprendeu durante a sua visita?
DF: Já sabíamos que os espumantes da Cave Geisse eram feitos pelo método tradicional e como eram feitos, pois a maioria dos nossos roteiros de férias inclui  países produtores e visitas a vinícolas que também utilizam o método Champenoise.

GC: Como foi o passeio na vinícola? Conseguiu fazer o tour pelas caves?

DF: Ao chegar à vinícola coincidentemente encontramos a gerente e o sommelier do restaurante Vino!, daqui de SP que costumamos frequentar e são conhecidos de longa data. Eles estavam lá a convite de Mario Geisse para uma visita profissional, o que acabou nos propiciando a oportunidade de conhecê-lo.
O Mario Geisse é extremamente simpático, nos recebeu de forma muito acolhedora. Já conhecíamos o trabalho dele frente à vinícola Casa Silva do Chile, cujos vinhos também apreciamos, então aproveitamos a oportunidade para absorver um pouquinho do conhecimento dele.
No final, o Mario havia oferecido um almoço para os nossos conhecidos. Fariam um tradicional churrasco gaúcho, para o qual gentilmente nos convidou. Acabamos por declinar o convite, pois estávamos no meio do nosso roteiro de passeios, mas sinceramente, depois acabamos nos arrependendo!

GC: Você já gostava de espumantes brasileiros?

DF: Sim, a qualidade dos tintos e brancos produzidos no país vem aumentando significantemente, mas ainda acho que os espumantes são o que temos de melhor.
Entrada da Cave Geisse, vinícola especializada em espumantes na região de Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha

GC: Chegou a visitar outras vinícolas da região da Serra Gaúcha? Se sim, quais?

DF: Visitamos as vinícolas ícones, como Miolo, Casa Valduga, Chandon, Don Laurindo e procuramos incluir também produtores menores, como Angheben, Lídio Carraro e Pizzato.

GC: Você se lembra de ter conhecido algum restaurante bacana nos arredores da vinícola?

DF: O restaurante dentro do Spa do Vinho e também os da casa Valduga são muito bons. Lembro dos restaurantes no Caminho de Pedra também!

GC: Recomenda outros passeios na região de Pinto Bandeira além da visita à Geisse?

DF: Além de Pinto Bandeira e Vale dos Vinhedos, aproveitamos para dar uma esticadinha até Gramado e Canela.

Sobre Daniella
Como seus  pais sempre tomaram vinho, cresceu vendo-os consumir a bebida numa época em que a oferta de rótulos e a qualidade dos vinhos disponíveis no Brasil ainda eram bem limitadas. Em 2006 conheceu Fábio Arantes, seu esposo, e o casal começou a explorar o
universo dos vinhos com mais dedicação: primeiro os vinho do Novo Mundo – Chile, Argentina e Brasil. Depois se aventuraram em outras regiões do mundo, como Austrália, EUA e África do Sul para, então, chegar aos vinhos de Europa: Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha.
Por conta dessa paixão, sempre que possível escolhem como roteiro de férias regiões produtoras de vinho, onde possam visitar e degustar in loco os ícones de cada região e também as novidades dos pequenos produtores. Além da região da Serra Gaúcha, já visitaram Mendoza, Argentina, Vale Central e de Casablanca, no Chile, Vêneto, na Itália, Douro, Alentejo e Dão, em Portugal, e também no Vale do Napa, na Califórnia.
Ela faz parte da Confraria da Grand Cru desde agosto de 2016 e adora a oportunidade de conhecer vinhos completamente diferentes do que seria sua escolha habitual.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

A Escorihuela Gascón e suas Pequeñas Producciones

Escorihuela Gascón – Intensidade e Elegância

Imerso em um portfólio de altíssima qualidade, escolhemos começar essa séria de posts com uma vinícola muito apreciada pelos nossos melhores clientes.
Diretamente da Argentina, 5° maior país produtor de vinhos no mundo, a bodega Escorihuela Gascón assume a posição de anfitriã na cultura do vinho argentino.
Bodega mais antiga de Mendoza e única instalada no centro da cidade, é um local obrigatório para visitas dos amantes da bebida que passam por lá, já que coleciona relíquias e histórias, além de troféus de um dos melhores times de Polo do mundo.
E após uma visita na vinícola, a experiencia de se deliciar com uma refeição típica mendocina, como a parrilla argentina, no premiado Restaurante 1884 do Francis Mallmann é impagável.
Ao final do século passado, Don Miguel Escorihuela Gascón, um dos homens mais visionários de seu tempo, deu origem a uma das empresas de vinho com mais prestígio da Argentina. Desde o início, seu maior objetivo era elaborar vinhos de alta qualidade e, para tanto, sempre levou em consideração alguns fatores que considerava crucial: o cuidado com as vinhas, a tecnologia e a equipe de enólogos renomados e competentes. Essa é a fórmula a qual dão continuidade, garantem, para ter seus vinhos ocupando uma posição privilegiada no mercado nacional e internacional, com um alto grau de satisfação de seus consumidores.


Esforço com tradição e história engarrafados

No Brasil, a Escorihuela oferece cinco linhas de belas obras, apresentando desde vinhos para consumo diário quanto rótulos da mais alta gama:

Nosso destaque: Pequeñas Producciones

Entre as melhores linhas de vinhos argentinos, a Pequeñas Producciones, tem a intensidade e elegância, que apenas uma bodega de tradição nas mãos de quem sabe fazer vinhos pode entregar.
Com a direção de Ernesto Catena, esta vinícola tem conquistado premiações excelentes. Não por menos, o esforço pela qualidade é fator excepcional para garantir um grande vinho na sua mesa.
Se trata de uma seleção criteriosa de uvas proveniente de regiões dentro de Mendoza em vinhedos únicos.


Pequeñas Producciones Chardonnay

Envasado em uma linda garrafa! A sensação de pegar uma destas é de ter nas mãos um grande e verdadeiro vinho de origem entre os melhores terroirs. Essa sensação é comprovada assim que tiramos a rolha e o servimos em uma bela taça Borgonhesa, de preferência.
Proveniente dos vinhedos de Tupungato, dentro de Mendoza, o Pequeñas Producciones Chardonnay é resultado de uma colheita e fermentação com os melhores os cuidados. Cerca de 50% desse vinho é evoluído em barricas de carvalho francês por 12 meses.
Na taça, você perceberá um amarelo pálido com reflexos esverdeados brilhantes. Se encantará com os aromas com nitidez agradável da Chardonnay, com aromas de pêssego branco, maçã verde, casca de limão e abacaxi. O envelhecimento de 50% do vinho no barril define um leve tom de avelã torrada e flor de tília. O paladar é amplo, gordo e refrescante. Flui harmonioso, com acidez vibrante e sabor frutado definido. No meio da boca é linear com folhas amanteigadas e mel. Bom equilíbrio entre álcool e acidez que conferem bom paladar com final cítrico e floral.
Vinho Branco Escorihuela Pequenas Producciones Chardonnay 2016

Pequeñas Producciones Malbec

Acompanhamento ideal da típica Parrilla, o Pequeñas Producciones Malbec é proveniente de quatro vinhedos únicos: Las Compuertas (Luján de cuyo), Vista Flores (Tunuyán), La Consulta (San Carlos) e Finca el Cepillo, (Valle de Uco, orgánico).
É um vinho 100% Malbec, com 12 meses de envelhecimento em barricas de carvalho francês e americano, e mais 2 anos de envelhecimento em garrafa. Com comportamentos de diferentes tipos de solos e climas, este é um blend de uma única uva. Explica a intensa complexidade de aromas primários como as frutas vermelhas cereja, ameixa, amoras, violetas sobre notas terrosas e levemente especiadas.
Vinho Tinto Escorihuela Pequeñas Producciones Malbec 2017

Pequeñas Producciones Cabernet Sauvignon

Esse Pequeñas Producciones é produzido com as uvas Cabernet Sauvignon de San José de Tupungato. São 10 meses de envelhecimento em barricas de carvalho francês e americano e mais 2 anos de envelhecimento em garrafa. Com paladar intenso, apresenta uma boa estrutura juntamente com um sabor de frutas pretas e vermelhas maduros. Tem boca média e boa presença, com taninos jovens que definem seu vigor. É suculento, com frescor médio e final prolongado. No final, pode-se sentir uma geleia de frutas pretas com folhas balsâmicas e ervas.
Vinho Tinto Escorihuela Pequenas Producciones Cabernet Sauvignon 2015

Pequeñas Producciones Cabernet Franc

Um grande trabalho da vinícola com as uvas Cabernet Franc no excelente microclima de San Jose de Tupungato, ele passou por  2 meses em barricas de carvalho francês. Na taça, é possível observar um vermelho violeta brilhante e profundo, com reflexos roxos. No nariz, pode sentir expressivos aromas frutados, balsâmicos e picantes. Ameixas pretas maduras, mirtilos, amoras, tomilho, baunilha e chocolate. No paladar, intenso e saboroso, com impacto semi doce, suculento e frutado. Álcool equilibrado com taninos firmes de textura suave que são compensados ​​com alta acidez. Final longo com sabor de ervas e frutado.
Vinho Tinto Escorihuela Pequenas Producciones Cabernet Franc 2017
Muito obrigado e saúde!
Sommelier Tiago Santos
Com 11 anos de Grand Cru, o Sommelier Tiago Santos está desenvolvendo junto a equipe Grand Cru o canal Grand Concierge, que busca tornar o portfólio e seus profissionais, referências para seus clientes finais, através de atendimentos e pack de serviços exclusivos ao apreciador de vinhos.


O Sommelier e Coordenador da Grand Cru, Tiago Santos