quarta-feira, 21 de março de 2018

Nova Grand Cru Leblon

É com imenso prazer que apresentamos a nova loja Grand Cru Leblon. 
Localizada no coração da Zona Sul, disponibilização toda atenção dos Sommeliers para um atendimento exclusivo de harmonização e entrega com frete grátis para clientes GCL.
Para degustadores e apreciadores, um pouco do interior da nossa adega:





Aguardamos sua visita com excelentes descontos!

Av. Ataulfo de Paiva, 1174 Lj. C/D

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Gelo no vinho: tendência ou pecado?

Você é do tipo que torce o nariz quando vê uma taça de vinho com gelo ou do tipo que coloca uma algumas pedrinhas para refrescar o seu vinho nos dias quentes? Entenda de onde surgiu a mania e confira a opinião de sommeliers no blog da Grand Cru

O ano era 2003. Jacques Tranier, presidente de um grupo vinícola francês, o Vinovalie, aproveitava as suas férias na cidade de Saint-Tropez, na Côte d’Azur, em plena Riviera Francesa, quando avistou o garçom de um bar servir vinho rosé em taças de Cognac cheias de gelo.
Curioso, pediu uma taça para provar. Se por um lado o vinho estava perfeitamente gelado e refrescante, por outro ia se diluindo e se tornando insosso à medida que o gelo derretia.
Voilà!
Foi assim que Trainer criou o conceito do seu primeiro vinho feito para adicionar gelo: concentrado, teria mais açúcar residual e mais álcool, justamente para continuar saboroso durante toda a apreciação.
A história que teria acontecido no início dos anos 2000, contada pelo blogueiro Didú Russo, nos leva a uma questão: não se sabe exatamente de onde surgiu a “mania” de adicionar algumas pedras de gelo à taça de vinho; mas uma coisa é certa, a tal mania está ganhando cada vez mais adeptos ao redor mundo, e não se limita apenas à Riviera Francesa, não. Até a tradicional Casa de Champagne Möet & Chandon lançou a sua própria versão para adicionar gelo em 2016, o Moët Ice Impérial Rosé.

A opinião dos especialistas

Colocar ou não gelo no vinho é uma questão que também gera polêmica entre os especialistas. A sommelière Daniella Romano, por exemplo, acredita que “ao adicionar uma pedra de gelo no vinho, você ‘quebra’ a harmonia e dilui o líquido”.
Isso porque ela enxerga o vinho “tradicional”, em suas próprias palavras, como uma bebida que é vendida pronta para consumo. “Quando chega a você, o vinho já está pronto, com tudo redondo e equilibrado. Acidez, taninos, corpo, álcool e aromas”, completa. Ela reconhece que existem vinhos mais concentrados, criados especialmente para colocar gelo. “A ideia é oferecer vinhos diferenciados para o preparo de drinks, que além de gelo podem receber fatias de laranja, pepino, hortelã”, comenta a sommelière.
Já Didú, que confessa ter sido um dos pioneiros a colocar gelo na taça de vinho (“sempre em vinhos simples”, afirma), tem uma visão quase que oposta. Ele diz que o tabu existe “porque as pessoas ainda são elitistas com relação ao vinho, e sempre que falam em vinho, pensam em vinhos de classe, vinhos caros e para momentos especiais”.
De acordo com Didú, não há problema em adicionar gelo à taça de vinho, mesmo que o gelo vá derreter e diluir a bebida, quando se trata de um rótulo mais simples. “Claro que seria uma aberração colocar pedras de gelo em um vinho de classe”, diz.

Alternativas às pedras de gelo

“Não gosto de colocar gelo no meu vinho, acho que existem outras maneiras de refrescá-lo”, afirma Daniella. Foi justamente pensando nisso que a sommelière sugeriu alternativas às pedras de gelo na taça: você pode manter a temperatura baixa do vinho colocando a garrafa em um balde com gelo e um pouco de água ou “servir aos poucos, para ele não esquentar no copo”. Seguindo o clima descontraído, Didú aproveita para indicar outra alternativa: “congelo bagos de uva que coloco na taça para segurar a temperatura quando bebo vinho ao sol, o que eu adoro”.
E você, vai colocar gelo na sua taça?

por Gustavo Jazra 




sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Receita: Bruschetta de queijo brie com presunto de Parma, por Bru Calderon

Aprenda a fazer a deliciosa receita de bruschetta da Bru Calderon e harmonize com o espumante Victoria Geisse Extra Brut Vintage.

Ingredientes

  • Pão italiano
  • Queijo brie
  • Presunto de Parma
  • Azeite
  • Alecrim

Modo de preparo

  • Coloque as fatias do presunto de Parma em uma assadeira antiaderente e leve ao forno pré aquecido a 180ºC por aproximadamente 15 minutos. Retire e reserve.
  • Corte o pão italiano em fatias de aproximadamente um dedo, disponha em uma assadeira, regue com um fio de azeite e coloque fatias do queijo brie por cima. Leve para o forno a 200ºC até o queijo derreter, aproximadamente 10 minutos. Retire, pegue o Presunto de Parma que já estará frio e, portanto bem crocante e quebre pequenos pedaços, jogando por cima das bruschettas prontas.
  • Para finalizar, coloque um ramo de alecrim enquanto a bruschetta ainda está quente, ele irá aromatizar seu prato deixando-o ainda mais incrível.

Para harmonizar

O Victoria Geisse Extra Brut Vintage é extremamente refrescante, possui aromas de pera, maça verde e flores. É feito a partir do método champenoise, mesmo método usado para a produção do tradicional Champagne, que harmoniza perfeitamente bem com o queijo brie. A acidez deste espumante é a ideal para limpar o paladar do marcante presunto de Parma.

Sugestões para harmonização:

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Receita: Mediterraneo, o drink para assistir o pôr do sol

Famoso no litoral do Mar Mediterrâneo, esse drink é perfeito para acompanhar o pôr do sol!

Ingredientes:

4 rodelas de laranja
  • 4 rodelas de limão
  • 15 g de açúcar mascavo
  • 90 ml (Alexander Prosecco Grappa)
  • Manjericão
  • Cubos de gelo
  • 90 ml (Bottega Gold Prosecco DOC)

Modo de preparo:
Misture o açúcar mascavo, 3 fatias de limão, 3 fatias de laranja e 4 folhas de manjericão em um copo. Derrame a Grappa e mexa bem. Adicione cubos de gelo e o Prosecco e mexa novamente. Encha com mais gelo e enfeite com uma fatia de limão e laranja e um raminho de manjericão.
Saúde!